- Escrito Por: Redação
- Destaques
- 09 outubro 2025
Paulo Vicente quer conquistar a liderança da Câmara da Marinha Grande nas Eleições Autárquicas de 12 de outubro. O cabeça de lista do PS garante que vai atuar, no imediato, na área da habitação social e na recuperação do espaço urbano. Vicente garante ainda que vai iniciar a construção do mercado municipal nos estaleiros, abrir as portas da FEIS ao público e, entre outros projetos, avançar com o interface rodoviário no Parque da Mobil
Por que razão aceitou o convite do Partido Socialista para ser o cabeça de lista à Câmara?
Aceitei por um imperativo de consciência e por entender que a indicação do meu nome está ligada a princípios basilares de valorização da equipa que foi escolhida, e não de uma personalidade.
No PS o culto da personalidade não faz parte do nosso léxico, e as pessoas que me acompanham, como eu próprio, já deram provas de competência, capacidade de trabalho e dedicação à causa pública, ou seja, eu com cinco mandatos na Junta de Freguesia da Vieira, três dos quais como presidente, dois mandatos na Câmara Municipal da Marinha Grande como vice-presidente e dois anos como presidente de Câmara, o Armando Constâncio com quatro mandatos como vereador, três dos quais como vice-presidente de Álvaro Órfão, a Dr.ª Carla Santana, licenciada em Direito e com uma grande experiência na área social associativa através da sua estreita colaboração com a Igreja e as coletividades, e o Dr. João Gomes, licenciado na área da Economia e Gestão, como uma mais valia a acrescentar ao executivo.
Ao assumir esta responsabilidade, eu sei os desafios que se nos vão colocar, especialmente ao nível da inadiável reorganização dos serviços, assentes numa estrutura desajustada de 17 Divisões, sem qualquer Diretor de Departamento, que se revelou caótica na sua ação e extremamente dispendiosa na sua atual forma, tendo provocado um aumento BRUTAL nos custos com pessoal.
Quais são as principais propostas que defende para o Concelho?
O nosso concelho, onde pontifica um setor industrial pujante, onde nas nossas empresas, quer nas vidreiras, quer nas dos moldes, quer nas dos plásticos, se utiliza a tecnologia mais avançada, onde trabalham recursos humanos dos mais qualificados do país e onde existe, concentrado, um Polo de Inovação, Tecnologia e Ciência, coabitado pelo Centimfe, Crisform (agora Cencal), a Incubadora OPEN, o CDRSP (Centro de Desenvolvimento Rápido e Sustentado de Produto) do IPL e o Centro Empresarial, como estrutura de apoio, assume-se hoje, infelizmente, por inércia de quem dirige o concelho, como um gigante de pés de barro.
Neste concelho, que atrás descrevi, estão sinalizadas 625 famílias a viver em condições degradantes, pelo que uma das nossas prioridades é, no IMEDIATO, recuperar 74 habitações camarárias devolutas e degradadas, situação que se verifica há mais de três anos, sem nada ter sido feito. Queremos disponibilizar terrenos para construção de habitação a custos controlados, de acordo com a Lei, ao mesmo tempo que procuraremos todos os fundos e programas que vierem a ser disponibilizados para o aumento de oferta de habitação com qualidade.
Neste concelho, ainda tem de se ir para a fila do Posto Médico às 5h00 da manhã para conseguir uma consulta, pelo que, no que depender de nós, tencionamos elaborar um Regulamento para estabelecer um conjunto de regras que suportem a criação de incentivos à fixação de médicos, como, por exemplo, priorizar a atribuição de habitação, apoio na renda, isenção de alguns impostos municipais, transportes gratuitos na TUMG, ou até disponibilização de viatura, se necessário.
Neste concelho onde há dificuldades de funcionamento em novas Unidades de Saúde Familiar, em instalações obsoletas e degradadas sem o mínimo de condições para a prática médica, cuja responsabilidade é da Autarquia e esta faz ouvidos moucos às solicitações dos profissionais de saúde. É uma prioridade e assumimos o compromisso de intervir na recuperação e adaptação do espaço às novas funções, em diálogo com os profissionais de saúde.
Na nossa cidade, os Parques e Jardins estão votados ao abandono, as ervas e a sujidade invadem o espaço público, a reparação e conservação dos nossos edifícios e equipamentos é uma miragem. É nossa prioridade inverter esta espiral de desleixo, recorrendo à criação de piquetes de serviços a prestar, integrando-os nos quadros do município, ao mesmo tempo que acompanharemos o grau de eficácia e eficiência dos poucos que ainda existem nos quadros do município. Precisamos de restituir a autoestima aos nossos concidadãos. O orgulho de ser Marinhense.
Neste concelho, a mobilidade sustentável está por iniciar e nós queremos que, no curto prazo, possamos disponibilizar, através da TUMG, o transporte coletivo gratuito para todos, numa política integrada e coerente com a disponibilização de espaço público para estacionamento.
E quais as prioridades de intervenção?
Para além da Habitação, da Saúde, do cuidar do Espaço Urbano e da Qualidade de Vida, a nossa equipa tenciona assumir compromissos com os eleitores, relativamente a equipamentos estruturantes que os marinhenses esperam há décadas, entre os quais destacamos, para lançar e, se possível, concluir no 1.º mandato, os seguintes:
Abertura de uma nova via rodoviária, entre o Parque da Cerca e a FEIS, a ligar a Rua do Matadouro à Rua Infante D. Henrique, lateralizada por 100 lugares de estacionamento e zonas ajardinadas;
Proceder à limpeza total do espaço exterior ao edificado da FEIS, acautelar as condições de segurança e instalar ateliers criativos, a ceder a jovens arquitetos estagiários, ou em formação, para explorarem as possibilidades de dar vida àquele espaço, tornando-o visitável para que os marinhenses, todos, o possam conhecer e montar uma galeria com uma exposição fotográfica das vivências na fábrica, desde que há registos, para todos tomarmos contacto com a memória viva da nossa matriz histórica;
Abrir concurso para a elaboração de um Plano de Pormenor para a área que engloba a FEIS e os Estaleiros até à Av. José Gregório, prevendo o alargamento da Rua do Matadouro para duas faixas, funcionando como variante ao Centro Tradicional;
Reformular o Projeto do Interface e Gare Rodoviária no Parque da Mobil, que já teve financiamento aprovado de cerca de 900.000,00 euros, procurando respeitar o espaço arbóreo garantindo mais lugares de estacionamento do que tem atualmente;
Iniciar, no 1.º mandato, finalmente, a construção do novo Mercado a instalar nos terrenos dos Estaleiros, num modelo de funcionamento a discutir com os comerciantes e com a população, que seja inovador e se adapte aos novos tempos;
Assumir a construção do Pavilhão Gimnodesportivo da Moita em parceria com a Coletividade;
Conclusão e ligação ao emissário do saneamento básico da Moita;
Construção de passeios pedonais ao longo da EN 242 na Moita;
Construir o Patinódromo na Zona Desportiva, num modelo adaptado às nossas disponibilidades financeiras;
Dar prioridade máxima à conclusão das obras do Estuarino na Praia da Vieira e regulamentar a sua utilização;
Elaborar projeto para Ponte Pedonal a unir margens na foz do Liz;
Lançar um concurso de ideias para a requalificação urbana da zona antiga da Praia da Vieira e do antigo campo de futebol;
Remodelação do Mercado Municipal da Praia da Vieira;
Confirmar os incumprimentos contratuais da concessão do Parque de Campismo da Praia da Vieira e assim proceder com as diligências necessárias para o despejo do atual concessionário, reabilitando este equipamento com as obras necessárias ao seu licenciamento;
Propomo-nos encetar negociações com a Associação Nacional de Feirantes e Divertimentos, para equacionar o retorno da Feira de Abril, a funcionar no Parque da Cerca;
Articular com a Coletividade de Casal Galego a transferência da FAG – Feira de Artesanato e Gastronomia, para o Parque da Cerca, num modelo parecido com as Festas da Cidade.
Teremos assim três grandes eventos a realizar na área central da cidade, com um efeito potenciador da sua dinamização.
Já assumiu funções de presidente do Município num passado recente. Que vantagens lhe traz essa experiência, caso seja eleito?
Muitas vantagens, entre elas, e certamente a mais importante, é a relação que consegui estabelecer com todos os funcionários da Câmara, quer os técnicos, quer os operacionais, num quadro permanente de respeito mútuo. Por norma, iniciava o meu dia de trabalho por volta das 7h30 da manhã no estaleiro. Conheço os trabalhadores da Câmara pelo seu nome e foi sempre fácil encontrar motivação promovendo as pontes e entendimentos. Conheço os dossiers mais importantes, ajudei a definir uma estratégia que foi interrompida e a minha experiência e a dos que me acompanham, vai ser fundamental para recuperar o tempo perdido.
Atravessei, de 2009 a 2017, quatro anos de intervenção da Troika (entre 2011 e 2015), com redução de Receitas Municipais, dificuldades em contratar, porque as empresas prestadoras de serviços estavam em pré-falência, tivemos de reduzir a nossa estrutura orgânica, por imposição da Troika, para seis (6) Divisões.
Importa também salientar que de 2017 a 2021, já com a Presidente Cidália, se teve de lidar com a tragédia dos incêndios de outubro de 2017, com o furacão Leslie e com a Pandemia do Covid, que quase paralisou o Mundo.
É por isso que a minha experiência pessoal e o que acompanhei no mandato seguinte me permite dizer que não foi justa a avaliação que muitos eleitores fizeram do desempenho da Câmara naqueles períodos e naquelas condições, reforçado pela oposição tenaz de dois movimentos que integraram o executivo, em que um deles, o MpM, sistematicamente e de forma destrutiva, votou sempre contra os Orçamentos e as suas revisões. Não fora o sentido de responsabilidade da CDU e PSD e teríamos tido uma Câmara ingovernável.
Que tipo de governação vai implementar?
Aquela que sempre usei na minha vida. Vou liderar dialogando e ouvindo, acima de tudo, participando ativamente, lado a lado, na procura das melhores soluções.
Para mim, as decisões, depois de ponderadas e consensualmente aceites, são para executar dentro dos limites temporais que definirmos. O que ficar acordado é para cumprir. Em termos de funcionamento político-institucional, à mesa em que se vai deliberar sobre decisões que importam e servem os munícipes, seremos claros e objetivos, porque não iremos apresentar propostas ao executivo, que não tenhamos feito sufragar pelo voto popular. Isto significa que, há décadas, se adiam obras e se perdem financiamentos, porque certas práticas políticas insistem no “bota abaixo”, só porque sim. Seremos firmes nas decisões que tomarmos e cada um responderá pelas suas opções. Comunicaremos com a população de uma forma muito direta, concisa e transparente.
O que defende para as Freguesias do concelho? Vai estabelecer contratos interadministrativos?
Temos uma visão solidária do que é serviço público e respeito pelas opções de cada Órgão democraticamente eleito, cuja legitimidade é igual à nossa.
A nossa posição é muito simples: quanto mais perto o Poder Local estiver das populações, melhor elas serão servidas.
Dentro deste princípio, para além das competências próprias das Juntas de Freguesia e das delegadas pelo Município, para casos pontuais e se justificar, seja em que tipo de serviço ou investimento for, estaremos disponíveis para contratualizar, com qualquer uma das nossas Juntas de Freguesia, os meios técnicos e financeiros necessários à realização do que for acordado.
A segurança é um dos temas na ordem do dia. Concorda com o Presidente Aurélio Ferreira quando diz que vivemos num concelho seguro? Porquê?
Nesta matéria não é uma questão de concordar ou deixar de concordar. Há uma escassez de meios humanos e materiais nas forças de segurança do nosso concelho. A tendência é para um agravamento desta situação, e é aqui que o executivo camarário tem de encetar diligências junto do governo central afim de inverter esta tendência.
Colocar assim a questão é muito redutor, porque as razões que estão na origem das perceções de insegurança existem, agora ampliadas por redes sociais que exploram o medo como forma de afirmar ideologias xenófobas. Aquilo que podemos garantir aos marinhenses é que iremos dar andamento a um projeto da PSP, já apresentado à Autarquia, a que não foi dado qualquer seguimento e que prevê a instalação de câmaras de vídeo vigilância nos locais que a PSP indicar, de modo a tornar mais seguro o nosso concelho e instalar o sentimento de segurança da nossa população.
Já anunciou que quer devolver a FEIS aos marinhenses. De que forma?
Para além do que já referi, importa saber que há um estudo iniciado no último mandato do PS pelo Prof. Jorge Custódio, a que o atual executivo não deu qualquer seguimento prático. Este estudo irá ser suporte para qualquer tipo de intervenção naquele espaço.
Penso que todos concordam que a FEIS é o nosso “Castelo”, o nosso “Mosteiro”. É o berço da nossa história, que começou a laborar em 1769, há mais de 250 anos.
Prioritariamente, teremos de recuperar e reagrupar todo o espólio, quer de ferramentas, máquinas, moldes e documentos, que sabemos se encontram por aí, armazenados em péssimas condições, senão mesmo à chuva e a céu aberto.
A recuperação integral da FEIS e a instalação do que para lá vier a ser decidido vai ser um esforço financeiro hercúleo, pelo que, acrescentando ao que já disse atrás, todas as ações que vierem a ser tomadas serão enquadradas num objetivo mais lato, que é vir a integrar este projeto na Rede de Património Cultural Imaterial da Unesco, através do qual se podem vir a alocar financiamentos de diversas fontes.
Tenho consciência de que se trata de um processo que vai requerer acompanhamento altamente especializado, pelo que ponderamos vir a recorrer à prestação de serviços de técnicos nacionais ou estrangeiros, nomeadamente em parceria com a Real Fábrica de Cristais da Granja de S. Ildefonso.
Pensa recuperar o projeto do Mercado Municipal, a construir nos Estaleiros, que foi desenvolvido no seu mandato de vereador?
Este é um projeto prioritário. Primeiro temos de aprovar um Plano de Pormenor para todo o quarteirão, para podermos apresentar uma candidatura ao PT 2030 no eixo da Requalificação Urbana, onde se inclui o Mercado, podendo obter financiamento externo.
E a Piscina, vai avançar nos moldes atuais?
A Piscina Municipal é uma inevitabilidade. A população não compreenderia qualquer decisão que implique fazer deslizar no tempo a construção desta obra, pelo que o compromisso é inabalável.
Todavia, tomámos conhecimento que no concelho de Moita, distrito de Setúbal, foi inaugurado em julho de 2024 um complexo de piscinas, em tudo semelhante, cujo custo final foi de 3,8 milhões de euros, quando a nossa está orçada em mais de 12 milhões de euros. Isto é algo surpreendente, e na defesa do interesse público vamos tentar perceber esta diferença sem pôr em causa a sua construção.
Qual a sua visão relativamente aos Associativismo?
Para mim e para a minha equipa, a realidade do Associativismo no nosso concelho, deveria ser um case study.
São, se não me engano, 114 clubes e associações, muitas delas com um dinamismo extraordinário, impulsionado por jovens e menos jovens dirigentes, que dão uma resposta desportiva, cultural e social que o Município jamais poderia dar.
É por isso que as olhamos como parceiros, como parte de um projeto coletivo que nos une, que junta e ata as pontas, construindo um corpo sólido, em que a solidariedade, a fraternidade e o voluntariado nos aproximam.
É também por isso que as associações e as coletividades podem esperar de nós um posicionamento de apoio inequívoco e uma postura ativa no sentido de desburocratizar e simplificar processos que o conhecido “complicómetro” da Câmara persiste em manter.
Seremos firmes na aplicação da lei e dos regulamentos, contudo, seremos coerentes com a nossa postura de sempre. Os apoios públicos aos clubes desportivos são destinados principalmente aos escalões de formação.
A autarquia tem recursos limitados, tanto em termos de infraestruturas como de ordem financeira. Queremos promover uma convergência entre clubes que partilhem a mesma modalidade desportiva criando assim sinergias e potenciando os recursos já existentes. Neste contexto, iremos inscrever majorações para os clubes que se venham a fundir, ou a fundir modalidades desportivas.
Vamos criar um gabinete de apoio ao associativismo com funcionários e técnicos que proporcionem às Associações o apoio necessário.
O que será para si um bom resultado no próximo dia 12 de outubro?
Um bom resultado eleitoral será aquilo que os marinhenses, conscientemente, decidirem e eu humildemente respeitarei democraticamente.
Contudo a nossa aposta é para ganhar e, ao ganharmos, ganham todos os Marinhenses, Vieirenses e Moitenses. Temos uma estratégia clara para o nosso Concelho, sabemos onde estamos e para onde queremos ir. O que não queremos é um regresso ao passado recente, não queremos a desgraça destes últimos 4 anos, nem dos 8 anos que antecederam onde tivemos o movimento do MpM a votar contra todos os orçamentos e a obstaculizar tudo o que era obra no nosso concelho. Pedimos assim com toda a humildade a todos os Marinhenses uma reflexão sobre o cenário que pode resultar deste escrutínio eleitoral. Queremos que todos os Marinhenses se sintam parte deste projeto, se sintam parte das nossas equipas. Apostamos num grupo de potenciais eleitos que integram a nossa lista, em que eu e o Armando Constâncio temos dezenas de anos de experiência, para poder fazer regressar o progresso e o desenvolvimento ao nosso concelho, ao mesmo tempo que estamos a preparar quadros jovens, que nos secundam na lista, para poderem vir a assumir lideranças futuras, renovando gerações e garantindo transparência, honestidade e competência para responsabilidades que serão chamados a assumir.
Por que razão devem os marinhenses votar na candidatura do PS?
Porque connosco não vai haver experimentalismos.
Não teremos uma estrutura orgânica com 17 divisões, que é um sorvedor de dinheiro sem qualquer resultado.
Não teremos um Programa Cultural subcontratado a uma empresa externa, que compra espetáculos por atacado e para preencher calendário, que consome quase meio milhão de euros por ano, com plateias vazias, porque desconhecendo o concelho e as nossas gentes, são incapazes de definir um público alvo.
Não inundaremos a Câmara com boys e girls recrutados nas nossas fileiras e apostaremos, para preencher os gabinetes de confiança política, em quadros técnicos da autarquia a quem reconhecemos enorme qualidade e competência.
Não hesitaremos em descentralizar as reuniões de Câmara, pelo menos uma de seis em seis meses, para as sedes das nossas Juntas de Freguesia.
Porque não abdicamos das responsabilidades que nos cabem, para as atirar para cima dos técnicos e trabalhadores do município.
Não hesitaremos em tomar decisões políticas e a sustentá-las, quando elas forem importantes para a defesa dos interesses dos nossos munícipes.
Porque queremos assumir, plenamente, a parceria com os agentes económicos do nosso concelho e das instituições tecnológicas e científicas que os apoiam.
Acima de tudo, porque queremos que os marinhenses acreditem que amamos a nossa terra e que tudo faremos para que nela nos sintamos realizados, todos, todos, todos.






