A Gallo Vidro tem em curso obras de ampliação e modernização da sua unidade fabril que implicam um investimento superior a 100 milhões de euros e o recrutamento de mais recursos humanos para juntar aos 270 já existentes. Para 2023 está projetada uma nova fábrica, na Garcia, para o tratamento de vidro reciclado, que vai custar 10 milhões

 

Acompanhar a evolução tecnológica, otimizar procedimentos, reduzir as emissões poluentes para a atmosfera e apostar em energias amigas do ambiente são apenas algumas das preocupações da Gallo Vidro, empresa pertencente ao Grupo espanhol Vidrala, que tem no terreno obras e investimentos que ultrapassam os 100 milhões.

Durante uma visita aos trabalhos, na manhã do passado dia 11 de maio, Carlos Barranha, diretor técnico da Vidrala, deu conta dos investimentos em curso: construção do forno 6, que vai custar cerca de 85 milhões e terá uma capacidade mínima de produção de 450 toneladas; a instalação de um electrofiltro numa nova chaminé, por 6 milhões de euros; a criação da ‘Vidrala Academy’, destinada à formação de recursos humanos no core business do grupo para toda a Península Ibérica, e também para as outras empresas do grupo, num universo de 3.500 pessoas (1 milhão); 1,2 milhões em painéis fotovoltaicos; crescimento e eletrificação do forno 5, com capacidade para 350 toneladas (1,5 milhões); e a ampliação do armazém logístico da Garcia, que vai custar 6 milhões.

Segundo o responsável, estes investimentos deverão ficar concluídos até 1 fevereiro de 2023 e vão implicar a contratação de mais duas dezenas de trabalhadores para diferentes áreas. Carlos Barranha deu conta da preocupação da empresa em reduzir o impacto visual e o ruído causados pela atividade da empresa, tendo sido usados materiais com maior capacidade do ponto de vista do isolamento acústico e construída uma nova nave destinada à produção numa cota abaixo do solo.

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