A Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) tem no terreno, há 23 anos, a Campanha de Prevenção de Afogamentos de Crianças e Jovens em Portugal, sendo que, há quatro edições, conta com a parceria da GNR

 

Sensibilizar as famílias para a forma como o afogamento infantil ocorre - de forma rápida, silenciosa e em pouca água - e relembrar as medidas de segurança a respeitar junto da água, nomeadamente, nas piscinas e tanques, praias, rios, barragens e em qualquer ambiente com água, independentemente da quantidade desta, são os principais objetivos da iniciativa.

No sentido de reforçar a consciencialização da sociedade para a problemática do afogamento de crianças e jovens, de forma mais direta e abrangente, os militares da GNR vão estar no terreno até 30 de setembro, à semelhança dos últimos anos, empenhados na sensibilização das famílias para a adoção de medidas de prevenção, por forma a que todos tenham um verão e umas férias em segurança.

Segundo a APSI, na década passada, o valor médio do número de mortes por afogamento “situava-se abaixo das dezenas, na maioria dos anos (8,9/ano), sendo que, na década atual, estes números estão a revelar-se absolutamente devastadores - a média anual ascendeu aos 14 mortos e também as chamadas para o 112 (incluindo acidentes de mergulho) não têm parado de aumentar”.

A Associação faz notar que nos últimos 4 anos (2020-2023) de que há dados oficiais, “55 crianças e jovens perderam a vida por afogamento. De uma média anual de 7,3 mortes/ano (2017-2019), passamos para uma média de 14 mortes anuais”.


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