Não é novidade o estado em que se encontram as piscinas de São Pedro de Moel. A degradação desta infraestrutura é bem visível e tem vindo a piorar aos olhos de todos. Desta feita, foi um dos muros que caiu falésia abaixo devido à forte agitação marítima.

Quem circulou pelo areal da praia de São Pedro de Moel na manhã da última segunda feira, dia 26, deparou-se com um cenário pouco abonatório para as piscinas do lugar: um dos muros desta infraestrutura, que em tempos atraiu milhares de turistas ao concelho, caiu falésia abaixo.

A causa da queda, além da evidente degradação desta estrutura, terá sido a forte agitação marítima, que, aliás, voltou a ‘destapar’ o areal de S. Pedro.
Sobre o futuro das piscinas, pouco ou nada se sabe. Como noticiado pelo JMG em julho último, decorreram durante o verão reuniões entre a autarquia da Marinha Grande, a Administração da Região Hidrográfica do Centro e do Tejo, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Grupo Oliveiras, proprietário daquela infraestrutura. O objetivo dos encontros passava por avaliar todas as soluções e eventuais medidas a serem implementadas para a requalificação daquele espaço. As últimas informações referentes às piscinas remontam a setembro, quando a presidente da Câmara afirmou que havia decorrido uma reunião na Secretaria de Estado do Ordenamento do Território com técnicos da autarquia e da APA, entendendo estas entidades que a solução apresentada pelos proprietários para o local não era viável. Desde então, nada mais se soube quanto ao destino daquela estrutura.

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