O estacionamento pago e as multas…
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- Publicado em Quinta, 29 Setembro 2011 08:43
- Escrito por Catarina Ferreira
Exmo. Sr. Director do Jornal da Marinha Grande, no passado dia 12 de Setembro aconteceu-me uma situação, no mínimo, engraçada e dispendiosa…
Estacionei o meu carro numa rua da nossa cidade e quando regressei tinha uma multa. Dizia: “falta de talão de estacionamento pago, visível”. Olhei, olhei e não vi nada, nem sinal da placa identificativa do tal… Questionei um comerciante da rua, que me disse que efectivamente os serviços da Câmara colocaram o poste com a intenção de pôr a placa, mas não passaram da intenção porque a placa nunca chegou a ir para o poste, segundo o comerciante.
Dirigi-me aos serviços da PSP da Marinha Grande e a agente que estava no atendimento disse-me que essa rua estava inscrita em Assembleia para ser paga, mas que de facto se estava ou não identificada ela não sabia. Disponibilizei-me para ir ao local novamente para chegarmos a uma conclusão, mas da parte da PSP não houve essa disponibilidade, dizendo-me apenas que voltasse àquela esquadra no dia 20, altura em que se encontraria o seu superior, e ele sim daria alguma solução ao problema. Disse-me que até lá não estacionasse na rua ou que tirasse um talão de pagamento de estacionamento, mesmo que a placa não estivesse lá ainda! Regressei à esquadra no dia 20 de Setembro e o polícia que se encontrava nesse dia nos serviços deu outra resolução ao problema, dizendo que o seu superior não se encontrava, mas de qualquer forma não era ele quem tomava alguma decisão. Ou teria de esperar pela multa em casa e depois num prazo de 15 dias contestá-la ou podia ir aos serviços da TUMG, pois são eles que colocam a sinalização.
Leia o artigo completo na edição impressa do JMG.
Onde chega a porcaria!
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- Publicado em Sábado, 17 Setembro 2011 17:35
- Escrito por Leitora devidamente identificada
Exmo. Sr. Director do JMG,
Estou a escrever aqui uma situação de deveria ter sido denunciada na hora e não foi talvez para não sofrer, mais tarde, represálias.
Estava no bar da Cooperativa do Povo (sábado, dia 10 de Setembro) quando vejo alguém a chamar a empregada de serviço à parte, e fez isto na maior das descrições. O que se passou foi que estava na montra um bolo que tinha um cabelo de “lado a lado”.
O que se esperava era que a dita empregada tirasse imediatamente o bolo da montra e fizesse chegar à pastelaria distribuidora o sucedido mas o que aconteceu não foi isso, para meu grande espanto (ou não!).
A empregada tirou o bolo da montra, tirou o cabelo e voltou a pôr o bolo à venda. É esta gestão que os sócios querem?
Isso e porem ao fim-de-semana pessoas a trabalhar nas secções erradas em que se chega ao ponto de que, para comprar um queijo, estou à espera uma hora. É inacreditável... já para não falar na simpatia com que as empregadas do referido estabelecimento andam o dia todo!
Rua das Cavadinhas ao abandono
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- Publicado em Quinta, 08 Setembro 2011 10:53
- Escrito por Leitor devidamente identificado
Na Rua das Cavadinhas, na Marinha Grande, existe esta pouca vergonha. A rua está assim há mais de um mês! Começou por um saco, depois já havia lá umas pedras, a que se seguiram umas paletes de madeira, e agora até uma árvore lá está! Para quê pagar impostos? Portugal é uma tristeza!
Se a Câmara Municipal precisar de algum para resolver o problema eu faço isso e levo pouco como remuneração.
Leitor devidamente identificado
A nossa presença é essencial
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- Publicado em Quinta, 15 Setembro 2011 13:48
- Escrito por José António Carreira Santos
Exmo. Sr. Director do JMG,
Na tarde de sábado, 4 de Setembro, em S. Pedro de Moel, na Casa-Museu Afonso Lopes Vieira, esteve o ilustre Frei Vicente, vindo de Óbidos para homenagear o grande mestre e a poesia em geral.
Foi de lamentar a falta de público, é sempre uma desilusão para quem organiza alguns eventos da cultura local. Se calhar a desculpa é da crise, mas até era gratuito e há momentos que não podem ser à vontade de cada pessoa e dias ou momentos como este não há todos os dias, o que é lamentável é a falta de presenças para quem actua.
Apareçam, para não deixar morrer o pouco que nos possam dar. Fomos poucos mas valeu a pena.
José António Carreira Santos
Ao amigo de longa data, o franciscano Frei Vicente, que celebrou o meu casamento na Marinha Grande no dia 2 de Março de 1977.
As palavras não são tudo
De palavras inventadas,
Ou sentidas na ocasião
São essas as dedicadas
Do fundo do coração.
O tempo não deixa de voar,
A vida é o recordar momentos
Com o valor de caminhar
E com força nos pensamentos.
Palavras não é lugar mudo,
É o valor do sentimento
As palavras não são tudo.
Há quase quarenta anos me casou,
Com devoção me serviu de alimento
Mas o destino para sempre nos separou.
Poeta jardineiro
Direito de Resposta - Pedro Marques não foi expulso da REMAX
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- Publicado em Quinta, 26 Maio 2011 09:02
- Escrito por Pedro Marques
Exmo. Sr. Director do JMG,
Ao contrário da notícia enganadora e irresponsável que chegou a este jornal e foi publicada no dia 5 de Maio de 2011 eu continuo a trabalhar na rede RE/MAX.




